
Rosa Maria Godoy Silveira
Uma das questões mais polêmicas no atual Sistema Educacional brasileiro diz respeito às políticas afirmativas, e, nesse âmbito, em específico, às quotas para negros no Ensino Superior.
Muitas Universidades progressistas e baluartes do conhecimento no país se embaralham e se embaraçam quanto a uma atitude ou postura em relação ao assunto. Muitos ditos intelectuais se furtam a um posicionamento, nem que seja em opinião contrária às políticas afirmativas e às quotas. Ficar em cima do muro é muito confortável: o conhecimento pairando no Olimpo, imune a fatos terrenos , resguardando-se. Ora, o Olimpo nunca foi lugar da paz dos cemitérios e muita paixão rolava entre os deuses, as deusas e os pobres mortais. A Universidade pública, instituição em que, por definição, deveria grassar o espírito crítico, a polêmica, o debate, a concordância, a discordância, por (supostamente) constituir-se uma representação da sociedade , contudo, pela tradição histórica brasileira de continuar sendo uma instituição de privilégio , reage de forma paquidérmica, sem muita sensibilidade para os problemas da sociedade abrangente.
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